Passagem

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Matos Soares 1956Vulgata Clementina 1598Douay-Rheims 1899
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Leitura comparada

Salmos 62

Matos Soares 1956

Sobre esta edição

Sl 61 nesta versão

1Ao mestre do coro. Segundo Iduthum. Salmo. De Davide.

2Só em Deus repousa a minha alma, dele vem a minha salvação.

3Só ele é o meu rochedo e a minha salvação, o meu baluarte: por nada vacilarei.

4Até quando arremetereis contra um homem tentareis todos derribá-lo, como a uma parede inclinada, como a um muro em ruína?

5Sim, projectam precipitar-me do meu posto elevado, comprazem-se na mentira; com a sua boca me bendizem, mas em seu coração maldizem.

6Sòmente em Deus repousa, ó minha alma, porque dele vem o que espero,

7Só ele é o meu rochedo e a minha salvação, o meu baluarte: não vacilarei.

8Em Deus está a minha salvação e a minha glória, o rochedo da minha força: o meu refúgio está em Deus.

9Espera nele, ó povo, em todo o tempo, expandi diante dele os vossos corações: Deus é o nosso refúgio

10Um sopro apenas são os filhos dos homens, falazes os filhos dos homens: postos na balança, vão acima, todos eles juntos são mais leves que um sopro.

11Não confiéis na opressão, nem vos vangloriéis da rapina; se as riquezas aumentarem, não prendais a elas o vosso coração.

12Deus disse uma coisa; estas duas eu ouvi: O poder é de Deus,

13e tua, ó Senhor, é a graça; com efeito, retribuirás a cada um segundo as suas obras.

Vulgata Clementina 1598

Sobre esta edição

Sl 61 nesta versão

1In finem, pro Idithun. Psalmus David.

2[Nonne Deo subjecta erit anima mea? ab ipso enim salutare meum.

3Nam et ipse Deus meus et salutaris meus; susceptor meus, non movebor amplius.

4Quousque irruitis in hominem? interficitis universi vos, tamquam parieti inclinato et maceriæ depulsæ.

5Verumtamen pretium meum cogitaverunt repellere; cucurri in siti: ore suo benedicebant, et corde suo maledicebant.

6Verumtamen Deo subjecta esto, anima mea, quoniam ab ipso patientia mea:

7quia ipse Deus meus et salvator meus, adjutor meus, non emigrabo.

8In Deo salutare meum et gloria mea; Deus auxilii mei, et spes mea in Deo est.

9Sperate in eo, omnis congregatio populi; effundite coram illo corda vestra: Deus adjutor noster in æternum.

10Verumtamen vani filii hominum, mendaces filii hominum in stateris, ut decipiant ipsi de vanitate in idipsum.

11Nolite sperare in iniquitate, et rapinas nolite concupiscere; divitiæ si affluant, nolite cor apponere.

12Semel locutus est Deus; duo hæc audivi: quia potestas Dei est,

13et tibi, Domine, misericordia: quia tu reddes unicuique juxta opera sua.]

Douay-Rheims 1899

Sobre esta edição

Sl 61 nesta versão

1Unto the end, for Idithun, a psalm of David.

2Shall not my soul be subject to God? for from him is my salvation.

3For he is my God and my saviour: he is my protector, I shall be moved no more.

4How long do you rush in upon a man? you all kill, as if you were thrusting down a leaning wall, and a tottering fence.

5But they have thought to cast away my price; I ran in thirst: they blessed with their mouth, but cursed with their heart.

6But be thou, O my soul, subject to God: for from him is my patience.

7For he is my God and my saviour: he is my helper, I shall not be moved.

8In God is my salvation and my glory: he is the God of my help, and my hope is in God.

9Trust in him, all ye congregation of people: pour out your hearts before him. God is our helper for ever.

10But vain are the sons of men, the sons of men are liars in the balances: that by vanity they may together deceive.

11Trust not in iniquity, and cover not robberies: if riches abound, set not your heart upon them.

12God hath spoken once, these two things have I heard, that power belongeth to God,

13And mercy to thee, O Lord; for thou wilt render to every man according to his works.