Leitura comparada
Salmos 42
Matos Soares 1956
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1Ao mestre do coro. Maskil. Dos filhos de Coré.
2Assim como a cerva suspira pelas fontes das águas, assim a minha alma suspira por ti, ó Deus.
3A minha alma tem sede de Deus, de Deus vivo: quando irei e contemplarei a face de Deus?
4As minhas lágrimas são o meu pão de dia e de noite, enquanto me dizem todos os dias:"Onde está o teu o Deus?"
5Lembro-me destas coisas e derramo a minha alma dentro de mim mesmo: como avançava entre a multidão, como os precedia para a casa de Deus, entre cânticos de alegria e de louvor, no ajuntamento festivo.
6Por que te deprimes, minha alma, por que te conturbas dentro de mim? Espera em Deus. porque novamente o hei-de louvar, (a ele que é a) salvação do meu rosto
7e o meu Deus. Dentro de mim mesmo se deprime a minha alma: por isso me lembro de ti, desde a terra do Jordão e do Hermon, desde o monte Misar.
8Um abismo chama outro abismo, com o fragor das tuas cataratas: todas as tuas vagas e as tuas torrentes passaram sobre mim.
9Durante o dia o Senhor me conceda a sua graça, e de noite eu cantarei, louvarei ao Deus da minha vida.
10Digo a Deus: "Meu Rochedo por que te esqueces de mim?" "Por que ando triste, sob a opressão de inimigos?"
11Fracturam-se os meus ossos, quando os meus adversários me ultrajam, quando todos os dias me dizem: "Onde está o teu Deus?"
12Por que te deprimes, minha alma? Por que te conturbas dentro de mim? Espera em Deus, porque novamente o hei-de louvar, (a ele que é) a salvação do meu rosto e o meu Deus
Vulgata Clementina 1598
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1In finem. Intellectus filiis Core.
2[Quemadmodum desiderat cervus ad fontes aquarum, ita desiderat anima mea ad te, Deus.
3Sitivit anima mea ad Deum fortem, vivum; quando veniam, et apparebo ante faciem Dei?
4Fuerunt mihi lacrimæ meæ panes die ac nocte, dum dicitur mihi quotidie: Ubi est Deus tuus?
5Hæc recordatus sum, et effudi in me animam meam, quoniam transibo in locum tabernaculi admirabilis, usque ad domum Dei, in voce exsultationis et confessionis, sonus epulantis.
6Quare tristis es, anima mea? et quare conturbas me? Spera in Deo, quoniam adhuc confitebor illi, salutare vultus mei,
7et Deus meus. Ad meipsum anima mea conturbata est: propterea memor ero tui de terra Jordanis et Hermoniim a monte modico.
8Abyssus abyssum invocat, in voce cataractarum tuarum; omnia excelsa tua, et fluctus tui super me transierunt.
9In die mandavit Dominus misericordiam suam, et nocte canticum ejus; apud me oratio Deo vitæ meæ.
10Dicam Deo: Susceptor meus es; quare oblitus es mei? et quare contristatus incedo, dum affligit me inimicus?
11Dum confringuntur ossa mea, exprobraverunt mihi qui tribulant me inimici mei, dum dicunt mihi per singulos dies: Ubi est Deus tuus?
12Quare tristis es, anima mea? et quare conturbas me? Spera in Deo, quoniam adhuc confitebor illi, salutare vultus mei, et Deus meus.]
Douay-Rheims 1899
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1Unto the end, understanding for the sons of Core.
2As the hart panteth after the fountains of water; so my soul panteth after thee, O God.
3My soul hath thirsted after the strong living God; when shall I come and appear before the face of God?
4My tears have been any bread day and night, whilst it is said to me daily: Where is thy God?
5These things I remembered, and poured out my soul in me: for I shall go over into the place of the wonderful tabernacle, even to the house of God: With the voice of joy and praise; the noise of one feasting.
6Why art thou sad, O my soul? and why dost thou trouble me? Hope in God, for I will still give praise to him: the salvation of my countenance,
7And my God. My soul is troubled within myself: therefore will I remember thee from the land of Jordan and Hermoniim, from the little hill.
8Deep calleth on deep, at the noise of thy flood-gates. All thy heights and thy billows have passed over me.
9In the daytime the Lord hath commanded his mercy; and a canticle to him in the night. With me is prayer to the God of my life.
10I will say to God: Thou art my support. Why hast thou forgotten me? and why go I mourning, whilst my enemy afflicteth me?
11Whilst my bones are broken, my enemies who trouble me have reproached me; Whilst they say to me day be day: Where is thy God?
12Why art thou cast down, O my soul? and why dost thou disquiet me? Hope thou in God, for I will still give praise to him: the salvation of my countenance, and my God.